quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Dá-me a tua mão, me olhe com seu olhar mais doce, e vem comigo.
Te quero como uma possibilidade de futuro, sabe? Não me deixar cair, me fazer forte, me vence pela pele, derramas em mim tudo o que tens. Correm aos ventos e lábios profanos, que deixei-te em apuros e mudei para outro planeta, falo-te que deixar de ir, não deixaria. Mas que esquecer-te aqui, seria o mesmo que esquecer meu, início, meio, e fim. Vou deixar que tudo entre em em segundos planos, te envolverei em branco, e buscarei duas rosas vermelhas, e levarei-te debaixo do pé de arvore mais verde. Direi versos atrapalhados que fiz enquanto pensava em tudo, como faria pra te ver. Em minha direção, viria seu rosto sólido, e mais ainda, todos os inúmeros músculos, do mesmo, obrigando a dilacerar-se, e abrir o sorriso mais importante, o de aprovação.
Então, na mesma hora, enchergaria que era meu, não de uma forma imperativa, mas de forma leve, vasta, mas era meu.''
 

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